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Dinheiro da Previdência se concentra nas grandes cidades, diz secretário

BRASÍLIA - O secretário de Acompanhamento Econômico, Mansueto Almeida, informou, nesta quarta-feira, que o dinheiro da Previdência Social está concentrado nas grande cidades. Disse que a metade mais pobre dos municípios recebe apenas 23% dos benefícios do país. Os dados foram apresentados em um seminário sobre a dívida pública promovido pela Procuradoria Geral da República.

Aos procuradores, ele defendeu a reforma da previdência. Ressaltou o envelhecimento da população e a necessidade de mudança na lei.

— Ano que vem completo 50 anos de idade e me considero novo — argumentou ao ressaltar que é preciso um tempo maior de contribuição. — O aposentado do Rio de Janeiro tem o direito de receber o beneficio em dia, mas não tem recebido porque o estado não tem dinheiro.

Durante o seminário, ele afirmou que o Brasil cometeu muitos erros no passado ao escolher como gastar o dinheiro dos impostos. Ele argumentou que as despesas com apenas um dos estádios da Copa do Mundo poderia ter rendido e aumentado em 30% anualmente o orçamento do Instituto de Tecnologia da Aeronáutica (ITA).

 

EMERGENTE COM O MAIOR ENDIVIDAMENTO

 

Afirmou que o Brasil é o emergente com maior endividamento. Pelo critério do Fundo Monetário Internacional (FMI), o país tem uma dívida de 78% do Produto Interno Bruto (PIB). A média das demais nações têm 47% do PIB de dívida.

— Se o Brasil não consegui economizar para controlar o crescimento da dívida o governo vai ter de pagar juros maiores para se financiar.

Ele lembrou que a dívida deu um salto de 20 pontos percentuais do PIB nos últimos anos. Mansueto lembrou o quanto os subsídios pesaram nessa conta. Falou que no início da crise, os subsídios faziam sentido. Recordou a criação do Programa de Sustentação do Crescimento (PSI) e de algumas desonerações como a da cesta básica.

No entanto, argumentou que o correto era o governo ter retirado esses benefícios em 2010, quando o país, rapidamente, se recuperava.

Para a plateia de procuradores, ele lembrou ainda o peso dos subsídios no crédito. Disse que, em 2007, o Tesouro Nacional tinha um crédito com bancos públicos de R$ 14 bilhões. No fim do ano passado, esse número chegou a nada menos que R$ 575 bilhões.

— Não se discutiu por muito tempo o custo dessas políticas — frisou. — É difícil entender como nós, a sociedade, permitimos isso.

Mansueto argumentou que vale mais a pena aumentar recursos para o Bolsa Família, que classificou como um bom programa do que aumentar a dívida para dar subsídios desnecessários. Disse que no caso do programa social, há pelo menos um limite:

— Mas aumentar o valor da dívida pública não te limite.

 

Fonte G1 de 24/11/2016

 


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