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Queda na taxa básica de juros deve ficar para 2016, Copom se reúne hoje

São Paulo - O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) termina hoje a penúltima reunião do ano para definir sobre a taxa básica de juros (Selic). Mas especialistas acreditam que mudanças devem ocorrer somente em 2016 - e com viés negativo.

O resultado do encontro desta quarta-feira será divulgado após o fechamento dos mercados. E a principal expectativa, segundo especialistas entrevistados pelo DCI, é sobre a manutenção da taxa básica em 14,25% ao ano.

"É necessária certa cautela por parte do Banco Central" , disse Alessandra Ribeiro, economista da Tendências Consultoria. "A atividade econômica está se deteriorando e um novo aumento da taxa de juros poderia complicar ainda mais a situação", concluiu.

Para Mauro Rochlin, professor de economia da FGV, "a alta dos preços não é motivada, hoje, pelo descasamento entre oferta e demanda. O que mantem a inflação são duas fontes: o "fim" dos preços administrados e a pressão do dólar".

Agostinho Pascalicchio, professor de economia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, também ressaltou o impacto do real desvalorizado. "Realmente o dólar está causando a alta inflação, principalmente nos índices de preços de alimentos e de vestuário, influenciados pelo custo de importados", disse.

Estimativas

Se os especialistas entrevistados são unânimes sobre a manutenção da taxa Selic em 14,25% até o final de 2015, para o ano que vem, entretanto, as projeções são diferentes. Rochlin acredita que "se não houver novo rally do dólar, talvez cheguemos a 13% até o fim de 2016". Ribeiro também disse que a Selic pode baixar aos 13% no ano que vem, "começando a cair em setembro". Pascalicchio, por outro lado, acredita que a taxa pode chegar a 16,5% em 2016, "para conter a tendência da inflação, que deve continuar".

O relatório Focus, levantamento feito pelo BC com especialistas do mercado, aponta, para 2016, Selic em 12,75%.

As expectativas para o IPCA também foram abordadas. Rochlin disse que a inflação deve cair em 2016, mas não o suficiente para atingir a meta do governo, de 4,5%. Para ele, a alta dos preços pode ficar em 6% no ano que vem. Ribeiro tem opinião semelhante: "a inflação deve ficar em 6,5%, diferente do que o Banco Central está falando, de que haverá convergência para a meta". A economista acredita que o IPCA deve se aproximar dos 4,5% apenas em 2017.

Os especialistas do relatório Focus esperam IPCA em 6,12% até o final de 2016.

21/10/2015 - Fonte:  DCI 


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